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Setembro Amarelo: por que precisamos falar sobre suicídio?


De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio e cerca de 90% destes casos poderiam ser evitados.

O suicídio é ainda um tema difícil de ouvir e mais difícil ainda de falar. É considerado um problema de saúde pública, mas também é um tabu, assim como muitos temas ligados à saúde. Mesmo que o assunto seja complexo e nem todas as mortes possam ser prevenidas, ações de prevenção e de cuidado com aqueles que ficam têm um papel estratégico para evitar novos casos.

Assim, surgiu o Setembro Amarelo, uma campanha nacional de conscientização e prevenção ao suicidio.


O Ministério da Saúde preparou para o Setembro Amarelo uma cartilha que contém as principais orientações em relação aos sinais de alerta na prevenção ao suicídio:


• Sinais de falta de esperança, desânimo com a vida e desinteresse pelo futuro.

• Frases como: “vou desaparecer”; “vou deixar vocês em paz”; “é inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero me matar”; “os outros vão ser mais felizes sem mim” ou “eu não aguento mais viver”.

• Isolamento social, recusando-se a sair, ver ou falar com familiares ou amigos próximos

• Agressividade exagerada, insônia ou sonolência excessiva.


O que fazer com uma pessoa em quem se identifica risco para suicídio?

O primeiro passo é conversar abertamente e sem julgamentos e preconceitos. A ideia de tirar a própria vida geralmente surge como uma uma solução para sair de uma situação sem saída.

Procure ajuda de um profissional habilitado ou então:


• Unidades Básicas de Saúde

• Pronto Socorro; Hospital

• Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita). O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail, chat e voip, 24 horas por dia, todos os dias. A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, é gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.


Temos que encarar o suicídio de frente, sem tabus e sem preconceitos. Só assim podemos realmente ajudar quem precisa.


Psicóloga Mariana Rosa.

Mariana Rosa da Silva (CRP 07/22953)

Psicóloga Porto Alegre

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