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Contos de Fadas e Arquétipos Inconscientes


Há muito tempo os mitos e os contos de fadas estão presentes no imaginário do homem e desempenham um papel singular nas sociedades. Estas histórias sobrevivem ao longo dos anos, pois, contém símbolos universais que provém do inconsciente coletivo, que é “a parte da psique que retém e transmite a herança psicológica comum da humanidade.”


Mitos e histórias fantásticas acompanhados ou não de ritos ajudam o ser humano a lidar com problemas emocionais e pessoais que povoam sua psique, assim como a realizar difíceis passagens e segundo Hendersen: “alguns símbolos relacionam-se com a infância e a transição para adolescência, outros com a maturidade, e outros ainda com a experiência da velhice, quando o homem está se preparando para sua morte inevitável.” Isso acontece pois os mitos e os ritos possuem, para a psicologia analítica, um elo muito forte com os símbolos do inconsciente.


Os contos de fadas tem igualmente a função de lidar com dramas existenciais, dramas psicológicos inconscientes. Segundo Bruno Bettelheim: “enquanto diverte a criança, o conto de fadas a esclarece sobre si própria e favorece o desenvolvimento de sua personalidade.”, isso se dá porque a partir dos contos de fadas é possível ter contato com os sentimentos mais profundos e de forma menos ameaçadora a criança consegue simbolizar aqueles sentimentos.


Fonte:https://psicologado.com/abordagens/psicologia-analitica/contos-de-fadas-e-arquetipos-inconscientes-uma-analise-do-conto-da-bela-adormecida

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Mariana Rosa da Silva (CRP 07/22953)

Psicóloga Porto Alegre

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